Recentemente, um levantamento da Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg) revelou que as indenizações de seguros decorrentes das fortes chuvas na Zona da Mata mineira já superam os R$40 milhões.
Embora o impacto pareça distante das cifras bilionárias vistas no Rio Grande do Sul em 2024, o volume de recursos demandado é extremamente relevante e traz alertas importantes para gestores e proprietários.
Onde estão os maiores prejuízos?
Os dados mostram que a proteção veicular responde pela maior fatia das indenizações, somando aproximadamente R$38,4 milhões. No entanto, um ponto de atenção para o setor corporativo e residencial são os outros R$2,58 milhões referentes a danos em casas, empresas e condomínios.
De acordo com o estudo, os sinistros mais frequentes nesses segmentos são:
Diante dos eventos em Minas Gerais, o mercado buscou agir de forma mais rápida e proativa. Medidas como a redução de exigências documentais e a simplificação de processos foram adotadas para acelerar a liberação de recursos e o pagamento das indenizações.
Essa agilidade é fundamental, pois, em um cenário de crise, o tempo de resposta é o que garante a sobrevivência de um negócio ou a reconstrução de um lar.
O papel estratégico da consultoria
Como sempre reforçamos aqui na Baroli, o seguro não deve ser visto apenas como um custo, mas como uma transferência de risco necessária.
A orientação dos corretores é mobilizar as estruturas de assistência e conduzir a regulação dos sinistros com a máxima rapidez para que as indenizações cheguem no menor prazo possível.
Ter uma apólice bem desenhada, que preveja cláusulas específicas para vendavais e alagamentos, é a diferença entre uma folha de papel e um suporte financeiro real que evita a imobilização do seu capital de giro em momentos críticos.
Sua empresa ou condomínio está preparado para enfrentar as instabilidades climáticas da região?
O planejamento estratégico é a sua melhor garantia.